domingo, 29 de novembro de 2009


Note: english translation at the bottom of the post.

Aos queridos 17 leitores deste humilde blog:

Quero esclarecer que ao postar " Sei lá! Mil coisas..." há uns dias atrás e citar o nome da srta. Yasmin Colley eu NÃO tinha a intenção de depreciar, difamar ou mesmo atacar sua imagem. A citação foi feita com apenas o intuito de ilustrar uma passagem pessoal da minha vida. Algo que começou como um dia de sol e terminou como uma noite de tempestade. Que pelo visto ainda me faz ouvir alguns trovões ao longe... O conteúdo postado reflete minha opinião que não deve ser seguida por outros.

Enfim, espero com isso por um ponto final em qualquer mal entendido entre as partes envolvidas.

Ps.: Hoje é dia 29! Dia internacional de comer Gnocci! E um ótimo dia para voar!


To the 17 dear readers of this humple blog:

I just wanna make clear when I posted " Sei lá! Mil coisas..." a few days agoand quote miss Yasmin Colley's name I WONT have any intention to belittle, smear or even attack her image. the quitation was only made with the aim to enlighten a personal passage of my life. Somethig wich began as a sunny day and ended as a stormy night . Wich as I can see, still makes me hear some thunders away... The content posted reflects my oppinion wich must not be followed for others.

Anyway, I truly hope it can put a term in any misunderstood between the envolved parts.

Ps.: Today is 29th! International day to eat Gnocci! And a lovely day to fly!

Have FUN! A new week is comming!

sábado, 21 de novembro de 2009

Sábado de Sol!!!

Não fui pra MP, mas em compensação hoje tem Bandas Novas + Enfermaria ( festa da enfermagem com a engenharia - isso certamente não vai dar boa coisa, ehuehuehe) + boliche a noite!

E segunda feira tem prova! Who cares???

Enquanto isso eu sigo tocando violão enquanto o almoço não vem!

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

New Rule!

"In my world everybody will be happy!!!"

Medical update: Grandma will be back from hospital today! Yeeey!!!

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Watching Saurday Night Live

É terça feira! Não durmo direito desde domingo. Acho que estou curtindo mais um amor platonico ( noooovidade!) e não sei nem por onde começar!


É terça feira. Mais um dia sem nada pra postar!

Palavras sábias do mestre Kuh Shay Xang:

" Se a música na sua cabeça se cala por mais que um instante, é um sinal que acabou o CD."

domingo, 15 de novembro de 2009

Sei lá! Mil coisas...

(*** English translation in the end of the post 4 Judith)

Fim de semana acabando e com ele mais uma parte da minha vida. Foram 3 dias sem absolutamente nada pra fazer, com minha avó no hospital. De quebra, estou num desanimo só. Antes que alguém começe a pensar abobrinha, isso não tem nada a ver com Yasmin Colley. Ou tem, na verdade. O fato é que eu sinto falta de ter alguém do meu lado, o que eu sentia por ela eu fiz o favor de matar ( sim, eu tenho amor próprio) . Mas ao mesmo tempo eu criei um bloqueio que me impede de trocar sentimentos. Conheci garotas maravilhosas nesse entretempo, me diverti horrores, mas depois do êxtase vem o silencio.

"E agora?!" eu me pergunto. Beijar e ótimo, eu adoro ( ainda bem! isso prova que eu ainda sou normal) mas falta algo. Falta chão, falta alguém pra ter o que dizer no dia seguinte. 3 dias sentado na frente desse computador, lendo fóruns, jogando on line, postando nesse blog.

Claro, aconteceram coisas legais! Conheci uma holandesa muuuito gente fina ( eu adoro conhecer pessoas), matei saudades de pessoas com quem não falava fazia tempo, até bati um papo muito legal com a Folgoni. Mas falta contato. A Holanda está a pelo menos 12000km de distância, São Paulo a 500km, Miguel Pereira 120km. O povo daqui resolveu não sair no fim de semana, o que me deixa sem opções.

Depois de assistir seriados, ler revistas, fazer os trabalhos da faculdade eu continuo aqui, sendado, sem ter o que fazer, rezando pra que o sono chegue logo e a semana comece.

E com ela a rotina, que pelo menos me faz esquecer que no fim de semana não terei o que fazer. De novo.


Weekend comming to it's end and with it another part of my life. There been 3 days without absolutelly nothing to do, with grandma at the hospital. To improve it, I'm unhappy. Before someone starts thinking b#$%&*ullshit, it doesn't have nothing to do with Yasmin Colley. Or it does, actually. Tha fact is I miss someone at my side, what I felt for her I did the favor o extinguish (yup, I got self love) . But meanwhile I created some kind of blockade wich deny me to trade feelings. I met wonderful girls in this interlude, had tons of fun, but after the extasis, cames the silence.

"What now?!" I ask myself. Kissing is great, I love it ( quite better! It proves I still normal people) bot something is missing. I miss some ground to step, it's missing someone to talk in the day after 3 days sitting in front of this computer, reading forums, playing on line, posting in this blog.

Of course, cool things happened! I met a girl from Netherlands wich is a loooot cool ( I just love to meet people), talked with people I don't saw from a long time, even had a pretty nice Chat with Folgoni. But I still missing contact. Netherlands still at last 12.000km away, São Paulo at 500km, Miguel Pereira: 120km. People around here decided not hang out this weekend, wich let me with no other choices to have any fun.

After watch TV series, read magazines, do my college's homework I still here, sitting, without have what to do, praying to fell asleep soon and the week begins.

And with it the routine, wich at least make me forget that I won't have anything to do next weekend. Again.

Guitars, Camera, ACTION!

Um pouco de música pra alegrar o fim de semana!

sábado, 14 de novembro de 2009

Last tweet of the day

Ok! It's 22:32 ( Brasilia summer time now -2GMT)

I just wanna say that I "met" Judith via MSN. She's an angel! I'm really pleased! ^^

The other thing is: I went to the hospital to visit my grandma today. As usual she still funny, complaining about the hospital's food, discussing with the doctors about her med's and being a gossip girl with the nurses! The doctors said she must leave the ICU tomorrow and stay under observation in a private room ( more visiting time, TV and a nice view). By the end of the week and after some routine exams she must be at home again to make cupcakes with me!

Oh yes. You guys should be asking right now: Why the heck he's doing @ internet on a hot and starry saturday night??? The answer: today this city celebrates the Brazilian Miss Gay ( tomorrow we have a Gay Parade) and NO! I don't wanna have my ass teased at the streets by a 2m tall guy!

Think all my friends are making the same, 'cause everybody quits from hanging out today...

OK! This post is now longer than an usual tweet!

Have fun!

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Friday 13th!

Hi people! I think this is my 1st post in english here, but I should say now I got a couple international readers who don't understand a single word in portuguese so, here it goes!

I just read a post on Judith's blog ( ) - wich is great ! asking me what the hell I'll do tonite.

I eas planning such a lot of cool stuff - Architecture party @ college, then pub with friends, get drunk, maybe meet some cool girl and then return home finally. OK, some of you can call it "fall from the bed and wake up". The main thing is: I'll have fun!

The full moon was nov 2nd, so it won't be the perfect friday 13th, but who cares?

And you, dear friend? What you're planing to do this summer?

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Momento musical

Sei lá porque, tô viciado em tocar essa musiquinha que agora lhes apresento. Pra quem ficar curioso de saber como ela é e não achar pra baixar, fale comigo que eu dou um jeito e repasso por MSN.

(Click here to watch the videoclip @

Iron and Wine - Passing Afternoon

There are times that walk from you like some passing afternoon
Summer warmed the open window of her honeymoon
And she chose a yard to burn but the ground remembers her
Wooden spoons, her children stir her Bougainvillea blooms

There are things that drift away like our endless, numbered days
Autumn blew the quilt right off the perfect bed she made
And she's chosen to believe in the hymns her mother sings
Sunday pulls its children from their piles of fallen leaves

There are sailing ships that pass all our bodies in the grass
Springtime calls her children 'till she let's them go at last
And she's chosen where to be, though she's lost her wedding ring
Somewhere near her misplaced jar of Bougainvillea seeds

There are things we can't recall, blind as night that finds us all
Winter tucks her children in, her fragile china dolls
But my hands remember hers, rolling 'round the shaded ferns
Naked arms, her secrets still like songs I'd never learned

There are names across the sea, only now I do believe
Sometimes, with the windows closed, she'll sit and think of me
But she'll mend his tattered clothes and they'll kiss as if they know
A baby sleeps in all our bones, so scared to be alone.

domingo, 8 de novembro de 2009

Tryin' to move on

Na verdade mesmo o melhor título pra esse post seria o nome do blog do Luciano ( Trying to find the lost heaven), mas aí é ser deprê demais e isso eu num quero. Aaanyway!

*** English translation in the bottom!

O conto da Tempestade

Há muito, muito tempo, numa terra pelos Deuses esquecida, cercada de azuis montanhas de picos gelados e vales recobertos por uma relva suave, jazia um castelo de muralhas castigadas pelo tempo e pelas incessantes investidas da vida, sempre a tentar quebrar a paz e a felicidade, afinal, a vida sobrevive do caos.

Pois foi depois de uma longa e esquecida guerra, quando só sobram cinzas, fumaça e escombros que surgiu, num lindo e laranja por do Sol que a Esperança novamente caminhou pelos prados, vindo do Oeste, em seu vestido branco reluzente. Como de praxe em tempos assim, O Senhor do castelo, cansado e exausto da Guerra, ao ver a Esperança novamente em suas vidas, não tardou a levantar-se, com sua armadura enferrujada e marcada de batalhas, e cegamente apaixonou-se pela Dama no vestido branco, acreditando ser um sinal dos Deuses, que novamente caminhavam por seu reino.

As muralhas foram mais uma vez reconstruidas, as ovelhas repovoaram os prados, nos sopés das montanhas, uma brisa morna soprava do mar quando anoitecia, trazendo consigo a luz das esrtelas. A primavera já lançava seus primeiros sorrisos, quando a Vida mais uma vez se fez valer.

A Esperança que antes vestia seu vestido branco tornou-se amarga, seu vestido reluzente tornou-se negro como noite sem lua, tempestades se formaram no horizonte, anunciando que mais uma vez a Treva se aproximava. O Senhor mais uma vez vestiu sua armadura, olhando dolorosamente para aquela que tinha se transformado num macabro troféu de desilusões, retirou sua espada da bainha para mais uma vez afiá-la, rezando aos deuses que fizessem com que o instrumento de tantas conquistas o ajudasse agora a conquistar sua própria vida, transpondo a batalha que estava por vir. Subiu então à muralha, esperando que a Dor mostrasse mais uma vez sua face. Desta vez não existiriam exércitos, embora muitos em seu reino se manifestassem, com palavras de apoio e compreensão.

Mas duas noites se passaram, a tempestade aumentava sua força, mas a Dor não mostrava sua face. Foi então que o Senhor em sua armadura deu suas costas para o horizonte, para contemplar aquela que poderia ser sua última visão de seu castelo e de suas montanhas. Eis que ao fazê-lo a Dor mostrou-se. Impiedosa, seca, linda e mortal. Era aquela que chegou como Esperança. Empunhava uma espada negra contra aquele que lhe deu carinho, acolhimento e sobretudo amor, amizade e confiança. Sem dizer palavra a Espada da Noite, fria como o inverno sentiu o calor do sangue e da carne mais uma vez. Não houve sequer resistência da armadura dantes tão eficiente, havia uma brecha na defesa do Senhor, que confiava cegamente na Dama.

Sim, houve luta. Uma luta de um homem só, em desespero por sua vida, por aquilo que aprendeu a amar, e respeitar. E houve sangue, muito sangue. Sua espada fez seu papel ao protegê-lo, porém falhou ao ataque, numa tentativa desesperada de vã vingança. Depois da tentativa do último golpe houve um baque surdo, chuva gélida caía impiedosa dos céus púrpuras com a alvorada próxima. Sangue e chuva misturavam-se ao redor do corpo caído. Os corvos eriçavam-se nas árvores.

O Senhor foi levado para seu salão gentilmente por aqueles que se revelaram verdadeiros amigos, sentindo queimar dentro de si a gratidão por ter perto de si tão valiosas pessoas.

Dias se passaram até que finalmente ele pudesse abrir novamente os olhos, desejando fechá-los para sempre. A ferida estava lá em seu flanco, pungente, esvaindo seu sangue. Sua armadura tinha metal novo no lugar da estocada, revelada pelas manchas de sangue eternizadas no peitoral, ao redor do hábil reparo. A espada sorria reluzente ao ver seu dono novamente abrir os olhos, prometendo novas conquistas, e com elas, novas batalhas.

A tempestade se foi. Restaram cinzas, escombros que começam a ser reconstruidos aos poucos. E uma ferida que, apesar de parecer totalmente fechada, ainda revela-se presente nas longas noites sem luar.


The tale of the Storm

In a long, long time, on land forgotten by the gods, surrounded by blue mountains of icy peaks and valleys covered with a soft grass, lay a castle with walls battered by time and by the incessant assaults of life, always trying to break the peace and happiness, after all, life survives from the chaos.

For it was after a long and forgotten war, when only remaining ash, smoke and debris that appeared, in a beautifully orange sunset, the Hope walked again through the meadows, coming from the West, in her white shiny dress. As usual in times like these, The Lord of the castle, tired and weary of war, saw her again in their lives, soon to rise, with his rusty and battle marked armor, blindly fell in love with Lady in the white dress, believed to be a sign from the Gods, that walked again for his kingdom.

The walls were again rebuilt, the sheeps repopulated meadows, in the foothills of the mountains, a warm breeze blew from the sea when night fell, bringing the light from the stars. The spring has launched its first smiles when Life is once again invoked.

The Hope, that once wore her white dress became bitter, her dress has become shiny black as a moonless night, storms formed on the horizon, announcing that once again the Darkness approached. The Lord once again weared his armor, looking painfully for what had become a macabre trophy disappointments, withdrew his sword from its scabbard to once again sharpen it, praying to the gods that caused the instrument to help the many achievements now to conquer your own life, crossing the battle that lay ahead. Then he climbed the wall, hoping that the Pain once again shows his face. This time there would be no armies, although many in his kingdom were expressed with words of support and understanding.

But two nights passed, the storm was growing in strength, but the Pain did not show his face. Then the Lord in your armor has his back to the horizon, to contemplate that it could be your last vision of his castle and his mountains. Behold, in doing so the Pain revealed herself. Ruthless, dry, beautiful and deadly. Was one that came as Hope. Wielding a black sword against one who gave her care, refuge and above it all love, friendship and trust. Without a word the Night Sword, cold as the winter felt the heat of the blood and flesh again. There was not even resistance of armor once so efficient, there was a gap in the defense of the Lord, who trust blindly in the Lady.

Yes, there was fighting. A fight of one man, in desperation for his life, for wich he learned to love and respect. And there was blood, lots of blood. His sword has made its role to protect him, but failed to attack in a desperate attempt vain revenge. After the last coup attempt was a thud, relentless freezing rain fell from the skies with the purple dawn next. Blood and rain mingled around the fallen body. Crows bristled at the trees.

The Lord was taken to his room kindly by those who have shown true friends, feeling burning inside within him the gratitude for having close to you as valuable people.

Days passed until he could finally open his eyes again, wanting to close them forever. The wound was there at his flank, pungent, his blood draining away. His armor had new metal in place of thrust, which was indicated by bloodstains perpetuated on the chest, around the timely repair. The sword gleaming smile to see his owner again open their eyes, promising new conquests, and with them, new battles.

The storm is gone. Remaining ash, debris began to be rebuilt gradually. And a wound that, although it seems totally closed, even this appears to be the long moonless nights.